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BRASIL, Nordeste, FLORIANO, Bairro: MANGUINHA, Homem, de 26 a 35 anos, Gosto de cinema, vídeo e música.



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O Pardal


O Natal é hipócrita. Podem me atirar pedras. Reafirmo. É uma das duas datas mais responsáveis por mentiras. A outra é o aniversário, pelo qual acabo de passar. Fiz 63 anos. Nada pior do que ouvir frases consoladoras do tipo:

– Poxa, mas você não parece.

Como se aparentar a própria idade fosse horrível. E daí se parecer 60, 70, 80? Deveria parecer 20? Nem com toda plástica e Botox do mundo! No máximo, ficaria com a cara paralisada e os olhos puxados, à oriental, como acontece com quem exagera em plásticas. Para quê? Para parecer alguém que não quer aparentar a idade que tem. Mas que aparenta. Deu para entender?É como se diz por aí:

– Ixi, ela está com o rosto todo trabalhado.

Trabalhado quer dizer: reformado. Se pudessem, alguns plásticos ou dermatologistas passariam massa corrida e lixa industrial para garantir o resultado. Ainda não surgiu nenhum produto à altura. Ainda.

Meu aniversário é próximo do Natal, portanto, em dezembro, vivo um festival de hipocrisia. Principalmente em relação a presentes. Não há nada mais difícil do que surpreender alguém com algo de que realmente goste. A não ser que a gente dê, por exemplo, um Land Rover zero. Ou um brilhante do tamanho de uma dentadura. Surpreender é difícil. Se alguém anuncia o presente desejado, também não tem graça. Como pedir: cuecas, meias, CD do Leonardo, um pacote de ração para cães para economizar nos gastos, um mês de academia. Pior, fazer cara de gentil e dizer:

– Acho ótimo você dizer o que quer, assim não erro.

Natal é teste do Enem, que a gente não pode errar? As pessoas espertas confessam:

– Meu maior sonho é conhecer o Caribe!

Finjo que não entendo e digo:

– Sabe que eu não? O Brasil tem praias tão lindas. Já foi para Santos?

Em seguida, começo a falar das belezas de Santos, enquanto o outro me encara com ódio. Santos é uma cidade adorável no litoral de São Paulo, onde muitos aposentados adoram viver. Não é conhecida pela beleza das praias, digamos assim.

Confesse. Nunca mentiu no Natal? Nem quando ganhou algum horror? E falou:

– É exatamente o que eu precisava!

O pior é quando esse horror é objeto de decoração. Quem deu, cada vez que vai em casa fica olhando para ver onde pus. Estaria atirado no fundo de algum rio, se não fosse a fiscalização. Então escondo. Cada vez que vou receber a visita, tenho de lembrar:

– Onde estão aqueles dois coelhinhos de porcelana? Tenho de pôr na mesa da sala.

A campainha toca, e eu ainda correndo atrás dos coelhinhos. Ser gentil não é uma arte, também pode ser um martírio.

Há pessoas que simplesmente ganham o presente de Natal – isso acontece muito com amigos secretos –, agradecem e choram de emoção. Depois embrulham, botam no armário e aguardam o próximo Natal, para reciclar. Isso costuma dar tão errado que nem tenho palavras. A mãe de um amigo devolveu, dois anos depois, o perfume que a própria irmã dele tinha dado, ainda embrulhado no mesmo papel de presente. Mãe e filha acabaram aos gritos, enquanto as pessoas se esforçavam para cantar “Jingle bells”. Eu mesmo reciclei um presente, não digo quando nem onde, por discrição. Só sei que era uma bolsa linda, masculina, que o contemplado jamais compraria. Nem eu, aliás. Era cara. Sou do tipo que usa sempre o mesmo relógio, a mesma bolsa, até se desfazerem. Resolvi passar adiante. Embrulhei num lindo papel de presente, botei fitas. Na hora do amigo secreto, quando o contemplado abriu o presente emocionado... bem em cima, exatamente em cima, estava o cartão de quem me dera, endereçado a mim mesmo. Agora me expliquem: como não vi o cartão quando embrulhei? Como, como? Parece que a tal Lei de Murphy é inexorável. Quando é para dar errado, dá errado. Mas não deu. Ele ficou abismado contemplando a pasta em couro preto. Tanto como eu, contemplando o cartão. Aí meus dedos se moveram mais rápidos que as patinhas de uma aranha. Ainda não sei explicar como consegui, como ninguém viu. Empalmei o cartão e fugi para o toalete. Nem tive coragem de jogar fora. Rasguei e engoli. Na volta, o presenteado ainda chorava de emoção com minha generosidade. Chorei junto.

Já me preparo para as novas mentiras, inevitáveis no Natal. Neste ano, a família quer fazer em minha casa. Vamos combinar: dar presentes é muito difícil. Uma coisa certamente ninguém espera receber: sinceridade. Se é para mentir, que venha o Natal. Já estou preparado.



Escrito por Pardal às 09h28
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Escrito por Pardal às 00h43
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Escrito por Pardal às 00h19
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Corno Chaves

Essa eu ouvi hoje, em um bar "pé sujo" da periferia de Floriano. Um amigo meu me disse que certo amigo dele era Corno Chaves.

Perguntei quais as particularidades desse tipo de corno. Ele me "explicou".

- É aquele que a mulher dele corneia ele, mas é sem muita convicção, assim, meio "sem querer, querendo".



Escrito por Pardal às 01h39
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Imoralidade pública virou normalidade?

Vejam e leiam a nota ao lado, na qual o jornalista e advogado Pedro Alcântara narra que, atendendo pedido de Ciro Nogueira, senador enrolado no Petrolão, Firmino Filho vai nomear o vereador Aluízio Sampaio (PDT) para uma Secretaria, de forma que o 1.º suplente da coligação PDT/PP, da cuia partidária do senador, assuma o cargo de vereador. Bonito, não?

Que o prefeito e o senador sejam imoralíssimas figuras, é fato. Mas o que me surpeende é o jornalista (e advogado) relatar o fato com se essa imoralíssima prática fosse a coisa mais normal do mundo.

Atente-se bem: para atender um pedido do Senador, uma vontade pessoal do Senador-Petrolão, o Prefeito aboleta um vereador em uma Secretaria (para nós pagarmos) e iça, na esteira do cumpadrio, outro na função de vereador (para nós pagarmos) e o jornalista trata isso como se fosse a coisa mais natural do mundo.

Pelo visto, a imoralidade pública neste Estado, de tanto ser praticada, já anestesiou os profissionais de imprensa, como se essa imoralíssima prática fosse a normalidade.

Arrebenta, Brasil!!!!



Escrito por Pardal às 23h27
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Hugo Napoleão: triste fim para um político. Termina a carreira agachado, servil. Derrotado em 2002 pela máfia petista, foi posto na vitrine pelo PT como ladrão e corno. Foi exposto como um marginal, como o símbolo da corrupção. Sua digníssima Senhora, além de achincalhada moralmente, foi vendida como a "Rainha Louca" pelas hostes petralhas.

Em 2010, foi eleito deputado federal pelos eleitores que o viam como uma oposição à quadrilha petista. Covarde ou abúlico, se vendeu por um prato de lentilhas (talvez tenha sido por um balde de outra frutinha do mato, comum no Piauí e Maranhão) e termina a sua trajetória política de forma melancólica: agachado e servil, lambendo as botas da quadrilha petista. Se Greta Garbo - quem diria? - acabou no Irajá, Hugo Napoleão - quem diria? - acabou na vala comum dos covardes.

João Vicente Claudino: Esse nasceu para capacho. Nunca trabalhou. Passou 8 anos no Senado, como diz minha velha avó do Maranhão, só "enfiando peido em cordão". Nulidade que encerra seu mandato da mesma forma que começou: lambendo as botas do poder.

Tristeza....



Escrito por Pardal às 02h24
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SABUJOS E SERVIÇAIS

Vamos imaginar duas situações:

a) Na Escolinha do PT, que fica no povoado Pouca-Vergonha, a média para passar de ano é 7,0(sete). O filho da Diretora chega ao final do ano com média ZERO. A Diretora chama os membros do Conselho Escolar, sabendo que todos os integrantes são sabujos, com vocação genética para capachos, manda uma resolução para esse Conselho, que neste mesmo ano a nota para aprovação pode ser Zero e que, se cada um dos membros do Conselho aprovar a nova resolução, cada um vai receber um troco a mais no final do ano. Eles, os conselheiros, covardes e vendidos, que se vendem por uma porca, aprovam a mudança dos critérios;

b) A "presidenta" do DETRAN é pega no trânsito, dirigindo, com 0,02% de álcool, Na legislação atual é crime. Ela "manda" seus áulicos votar uma nova Resolução, que agora é permitido até 0,02% de álcool quando na direção de um automóvel.
Eles, os áulicos, covardes e vendidos, que se vendem por uma porca, aprovam a mudança dos critérios.

É o que ora ocorreu no Congresso Nacional. A "presidenta" rasgou as contas públicas para ser eleita, comprar votos de forma escusa, estoura (em cerca de R$100 bilhões!!) a meta fiscal, cometendo crime de responsabilidade e, depois, manda para o Congresso modificação na lei, dizendo que não é preciso cumprir a lei.

E o que acontece? Esses 11 integrantes do Parlamento, que se dizem representantes do Estado do Piauí, covardes, frouxos, servis, geneticamente capachos, desavergonhados, vendidos, alugados, daqueles que vendem a alma por uma porca, cortesãs legislativas, se acocoram e dizem amém. Pagou, pode até g...... na cara deles, eles deixam.

Uma cusparada no rosto de cada um seria muito pouco.



Escrito por Pardal às 18h33
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Não foi por nenhuma consideração maior, de relevante interesse nacional, que em 2014 o governo conduziu um grande estouro das metas estabelecidas para as contas nacionais. A irresponsável decisão de se gastar desenfreadamente durante o ano, decorreu de uma preocupação de mero cunho partidário: a de assegurar a reeleição da Presidente Dilma Rousseff.

Por essa razão, entrará para o lado sombrio da História nacional a sessão de ontem do Congresso (que na verdade se prolongou até às cinco horas da manhã de hoje) na qual, após quase 20 horas de sessão, foi aprovado (240 votos x 60, na Câmara, e 39 contra um, no Senado) o projeto de lei alterando a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para revisar a meta fiscal de 2014. Tratou-se a sessão de ontem, na percepção do Diário do Poder, do endosso de uma inaceitável irresponsabilidade.

Também não foi por defesa do interesse nacional que a maioria do Congresso aceitou passar uma borracha no arrombamento das contas públicas. O Planalto utilizou, uma vez mais, a lamentável prática da compra de votos. Indireta, é claro, mas não tão dissimulada assim, pois o governo vinculou a liberação de recursos das emendas individuais à aprovação do projeto.

Com a aprovação do Congresso, o Governo fica desobrigado de cumprir a meta de superávit primário ( de R$ 116,1 bilhões) estipulada. Desse valor, até R$ 67 bilhões poderiam ser descontadas as despesas com o PAC e as desonerações tributárias. O projeto aprovado acabou com esse limite. Como o que se gastou com os programas ultrapassou os 116,1 bilhões, na prática a meta de economia fiscal foi reduzida a zero.

O Governo pode ter conseguido uma vitória hoje cedo no Congresso.

Mas para o Brasil, foi, não há dúvida, uma derrota. Se o governo não respeita suas próprias metas e objetivos, de que adiantará exibir Joaquins Levys em seus quadros? Para fazer de conta que daqui para frente tudo vai ser diferente? Os parlamentares receberam sua cota de benefícios para aprovar a matéria. Daqui para frente, não vai ser tudo diferente…



Escrito por Pardal às 10h23
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PC do B: Êita cambada de vagabundos !!!!!!!!!!!!!!!!!!



Escrito por Pardal às 22h07
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Escrito por Pardal às 13h47
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Escrito por Pardal às 22h43
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Escrito por Pardal às 22h43
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Peraê  .. peraê, PeTralhas

Vi o Minstro Tóffili no programa de Jô Soares.

Arguído pelo entrevistador [o qual, pra mim, é uma ANTA política] sobre a roubalheira na Petrobras, candidamente disse que toda essa grana furtada do povo brasileiro teve como pano de fundo o financiamento de campanhas.. ou seja, a grana era destinada aos partidos políticos.

O Ministro, por falta de lógica cartesiana ou por ser alinhado à lógica PeTralha, não vê até onde chega a sua estúpida conclusão.

Não vou muito longe. Se algum PeTralha tiver algum argumento para "rebater" o que vou afirmar, posso até refluir do meu pesamento. Mas a lógica é terrível, Ministro.

Vejamos:

Um: Partindo-se do princípio que a grana foi furtada para financiar campanhas, a grana furtada têm, como "donos", os partidos políticos. Certo? Certo.

Dois: a PF e o MPF já localizaram, e os titulares das contas se comprometeram a "devolver" a grana, algo que bate a cifra de US$1,5 bilhão (de dólares) em contas desses personagens, com fantásticas contas no exterior.

Três: Se a grana foi furtada para os partidos, inclusive os milhões e milhões de dólares no exterior, então o PT, o PMDB e o PP do corruPTaço Ciro Nogueira, têm depósito (embora em nome de "operadores" do Partido) no Exterior.

Então, pergunto: Ministro, o que Vossa Excelência está fazendo que ainda não provocou a Procuradoria-Geral da República para mover a Ação pertinente para "cassar" o PT, o PMDB e o PP, pois, assim assevera a Lei, Partido Político que faz depósito no exterior tem que ser banido da vida política-partidária da Nação.

Como é que fica, Ministro?



Escrito por Pardal às 20h07
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Dupla de ladrões

Vide texto integral aqui.

Fora, bando de larápios!!!!

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,lula-e-dilma-sempre-souberam-imp-,1592620

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Escrito por Pardal às 23h03
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Briga de cocho

A senadora Marta Suplicy pediu exoneração [a imprensa fala que ela pediu "demissão". Na verdade, pede exoneração] do cargo de Ministra da Cultura. Nada muda no País, pois ela ministra e nada é a mesma coisa, pois o País passa pelo processo de emburrecimento cultural sem precedentes na história. O que pipoca em todos os meios de comunicação - com a raríssimas exceções - são os emburrecimentos dos Fautões da vida e desses forrós eletrônicos da morte.

Ela saiu e, aproveitando que Dilma faz mais uma de suas inúteis viagens, as quais só servem para ela manchar a envergonhar a diplomacia brasileira, deixou uma "carta" para Dilma.

Agora, vejam comigo o texto deixado por Marta, aquela mesmo que enfeitou a testa do pateta Eduardo Suplicy.

No texto seguinte, a transcrição de alguns trechos da carta de marta e, em vermelho, o que entendo o que, na verdade, Marta disse a Dilma.

 

À Excelentíssima Senhora Presidenta da República Dilma Rousseff,

Presidenta Dilma,

Agradeço a honra a mim concedida com o convite para ser Ministra de Estado da Cultura do Brasil nos últimos dois anos de seu governo. Encerro hoje a presente etapa com minha missão cumprida, razão pela qual apresento meu pedido de demissão.

Em meio a inúmeras demandas e carências orçamentárias do Ministério da Cultura, focamos nosso trabalho em valores que nos são preciosos: inclusão da população na produção de cultura e ampliação do acesso aos bens culturais.

Dilma está cagando e andando para esse negócio de cultura, pois deixou o Ministério na pindaíba (pindaíba aqui é posto como "carência orçamentária")

Todos nós, brasileiros, desejamos, neste momento, que a senhora seja iluminada ao escolher sua nova equipe de trabalho, a começar por uma equipe econômica independente, experiente e comprovada, que resgate a confiança e credibilidade ao seu governo e que, acima de tudo, esteja comprometida com uma nova agenda de estabilidade e crescimento para o nosso país. Isto é o que hoje o Brasil, ansiosamente, aguarda e espera.

Dilma precisa ser iluminada, pois - assim se infere - vive nas trevas. Que a nova equipe econômica seja independente... logo, a atual é dependente e capacho. Equipe econômica comprometida com estabilidade e crescimento. Ela diz a Dilma que a atual não é, pois não tem compromisso com crescimento e nem com estabilidade.

= = =

Briga de cocho... porcos se degladiando para comerem a maior parte da lavagem. Esse é o PT que quebrou o País.



Escrito por Pardal às 16h58
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A Câmara dos Deputados reagiu e, enfim, derrubou nesta terça-feira o decreto bolivariano da presidente Dilma Rousseff, destinado a criar conselhos populares em órgãos da administração pública. A matéria foi assinada no final de maio em uma canetada da presidente e foi alvo de críticas de juristas e parlamentares. O Senado ainda tem de avaliar o projeto de decreto legislativo para que a determinação do Planalto seja suspensa. 

A derrubada da matéria é uma reivindicação antiga da oposição e se deu dois dias após as eleições, indicando a turbulência que Dilma encontrará no Congresso no novo mandato. “Essa derrota é para mostrar que o discurso de conversa com o Congresso não poder ficar só na teoria”, resumiu o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA).

Texto integral aqui.



Escrito por Pardal às 00h47
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Até onde chega a imoralidade pública?

Será se alguém será capaz de mensurar o grau de imoralidade pública, de excrecência política, de corrupção política que vem na esteira desta nota (informação).

Atentaram para o grau de desmoralização do Poder Legislativo, do grau de corrupção estatal que está inserido no fato noticiado?

Ora, o Poder Legislativo, nos moldes republicanos, é um poder independente do Legislativo. Uma de suas maiores responsabilidades é fiscalizar o Executivo.

E o que se observa na notícia: Que o Executivo vai corromper a vontade popular, certamente com o manejo indecoroso de verbas públicas, para "amansar" deputados da oposição. A Coligação do Sr. Wellington Dias fez 10 deputados, de um total de 30.

Ele, o Governador eleito, QUER (ele quer, viram?) apenas quatro deputados na oposição. Ou seja, vai viciar o sistema, vai corromper a vontade popular com verbas que seriam destinadas à saúde, à educação e à segurança pública, de forma "comprar" ou "alugar" 16 (dezesseis) deputados estaduais. Vai corremper o princípio republicano distribuindo vantagens a deputados, de forma se alinharem ao poder. Imoralíssimo procedimento, visto por pulhas do mesmo naipe como "natural".

A mensagem fica implítica: todos estão à venda... pois ele, que assim QUER, acha-se no direito de deixar apenas 4 na oposição... E isso porque ele QUER, pois, se assim desejasse, "alugaria", no mínimo, 29 (creio que o Sr. Robert Rios seja a exceção, para justificar a regra).

Alguém deveria ensinar a este imoralíssimo Senhor que o Administrador Público não tem QUERER, tem DEVER. Não tem vontade pessoal, deve ter moralidade pública.

E o mais grave: diante de tanta imoralidade pública, parece que a imprensa do Estado "acha" isso natural.



Escrito por Pardal às 12h16
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FILHINHO DE PAPAI

Lulla, do alto dos seus corruPTos tamancos, aportou em Recife para fazer campanha eleitoral. Além de comparar os tucanos a Herodes (matadores de crianças), disse que Aécio Neves é um "filhinho de papai", referindo-se às origens da família do candidato, que é, provavelmente, formada por abastados políticos de Minas Gerais

Bem, sobre o termo Lulla é professor. Não em relação a ele, cuja família saiu fugida da Região de Caetés e Garanhuns (PE) (Eram conhecidos ladrões de bodes na Região)*, mas em relação ao próprio filho, o Lulinha.

Ora, exemplo maior não há: O maior exemplo de "filhinho de papai" é o Lulinha, filho de Lulla. O garoto nunca trabalhou. Tinha um emprego [só recebia, sem trabalhar] de monitor de Zoológico em São Paulo, mas bastou o pai chegar à Presidência da República, o filhinho do Lulla virou um "Ronaldinho" [expressão usada cinicamente pelo próprio Lulla, ao ser indagado sobre o espantoso enriquecimento do filho] dos negócios.

Milionário, hoje ele come bacuri e arrota caviar.

= = = = = =

* Uma das maiores lorotas que conheço é Lulla dizer (e os amestrados repetirem) que ele e sua família sairam da Região de Caetés e Garanhuns (PE) "fugindo da seca". Falso, mais falso que uma nota de R$13,00. Ora, quem conhece a Região, como eu, sabe que Garanhuns está na Região do Agreste de Pernambuco, região que, em se cuspindo, tudo dá. Lá não existiu e nem existe seca. 

Na verdade, segundo contam os mais antigos, Dona Lidu resolveu "fugir" da Região de Garanhuns em razzão de surra que ela e seu filho Vavá levaram em razão de serem contumazes ladrões de bode na Região.

**A foto é meramente ilustrativa.



Escrito por Pardal às 10h58
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O que leva um sujeito como Chico Buarque de Hollanda vir a público para dizer que apoia incondicionalmente um governo reconhecidamente corruPTo até a medula?

Desinformado ele não deve ser.... Qualquer cidadão medianamente informado sabe que esse governo do PT é um valhacouto de ladrões. E as afirmativas não são processadas pelos adversários. São os próprios ladravazes do esquema que, acuados pela Polícia Federal (pilotada por chefes nomeados pelo PT, diga-se), mostram a pocilga que se transformou o Governo. Chico Buarque sabe disso.

Assim, o apoio pode ser explicado em três vertentes:

1) Será se ele passou a integrar o bando de ladrões que se apossaram do Estado?

2) Será se essa bajulação ou alinhamento a Dilma advém do fato de Ana Hollanda, irmã do compositor, ter sido ministra de Dilma e de o governo ter concedido incentivos da Lei Rouanet para sua sobrinha Bebel Gilberto, seu genro Carlinhos Brown e sua namorada Thaís Gulin?

3) A senilidade precoce mostrou a decadência física e moral do compositor?

Eu acredito que ele seja a materialização daquilo que se entende por decadência física e moral..

Como cravou o sábio Vinícius de Moraes: .... nada como o tempo para passar.



Escrito por Pardal às 10h26
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Escrito por Pardal às 15h13
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