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BRASIL, Nordeste, FLORIANO, Bairro: MANGUINHA, Homem, de 26 a 35 anos, Gosto de cinema, vídeo e música.



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O Pardal


Serendipity

A palavra Serendipity foi criada pelo escritor britânico Horace Walpole em 1754, a partir do conto persa infantil Os três príncipes de Serendip.

 

Não existe uma palavra na língua portuguesa que lhe seja equivalente. Significa a descoberta, de forma acidental, de algo que tenha ou desperte muito valor para nós. Foi título de (para mim) um filme inesquecível  que, no Brasil, recebeu o título de Escrito nas Estrelas, com a belíssima Kate Beckinsale.

 

Serendipity é a minha palavra preferida em Inglês. É uma palavra que acho mágica (parece uma palavra de feitiço, tipo Mary Poppins..), que me desperta o imaginário e a saudade de algo que nunca vivi.

 

Para mim, neste sábado digno de Vinícius de Moraes, olhando as aguas sagradas do Parnaíba fluíndo sob a sombra dos cajueiros em flor, cá na minha encantada Floriano, nada mais serendipidy que ouvir Tony Bennett, magistral, soberbo, a cantar I Left My Heart in San Francisco. Impagável.



Escrito por Pardal às 15h18
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Bem, sobre a matéria supracolada, algumas observações são pertinentes:

Primeira: o texto da VEJA diz que não há imprensa a favor. Bem, esta espécie de imprensa existe. Cá pelo Estado do Piauí existe um jornal e uma TV (TV Meio Norte e Jornal Meio Norte: Sistema Meio Norte), de propriedade de um empresário envolvido em dezenas de atos ditos ilegais pelos representantes do Ministério Público, pratica a imprensa a favor de quem sustenta seu jornal com verbas institucionais, no caso, o Governo do Estado.

O jornal, povoado por jornalistas amestrados, que vivem do jabá recebido, é acrítico, alugado, vendido e/ou comprado. O jornal se resume, diariamente, a fazer manchete os reeleeses (comunicação) da Secretaria de Comunicação do Estado. Beira às raias da imbecilidade.

Segunda: Assim como existe "imprensa a favor" existe a "pesquisa a favor". É o caso do índice de popularidade do Presidente. A imprensa do País parte do princípio que a pesquisa é neutra, que ninguém a financia, que o resultado de uma pesquisa é um axioma. Não o é. Sempre desconfiei dessa popularidade de 80% de Lulla. É um blefe. Basta lembrarmos dos resultados das últimas eleições (muncipais), quando Lulla saiu País a fora com seus candidatos debaixo do braço.

O sujeito arrotava todo dia na TV (à moda Narazeno Fonteles, candidato do PT à prefeitura de Teresina, e Flávio Dino, candidato da camarilha PT-PC do B á prefeitura de São Luís-MA) que era o "candidato do Lulla". Resultado: foi peia (e muita) de Manaus a Porto Alegre. O PT só levou onde já era forte antes de Lulla ser presidente. Em São Paulo, a digníssima, respeitosa, virtuosa e honesta ex-senhora Senador Suplicy levou uma surra de quase dois milhões de votos..... do PFL. 

E mais: sentado na dita popularidade, Lulla foi para o segundo turno com o anódino Alckmim.



Escrito por Pardal às 10h07
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DEBOCHADORES OFICIAS DO ESTADO DO PIAUÍ

Leio nos jornais de Teresina/PI que a ALEPI (Assembleia Legislativa do Estado do Piauí aprovou "agravo" (isso mesmo!) em desfavor de Darcymeire Coelho (a humorista florianense Dadá Coelho), por esta ter "debochado" do Piauí, quando foi entrevistada no programa do Jô (Soares).

O que por cá vou dizer sei que é duro, mas é a triste, amoral e imoral realidade da Assembleia Legislativa do Estado do Piauí. Quem, de fato, "debocha" diariamente do Piauí é a maioria dos deputados do meu Estado, serviçais, acovardados, sem personalidade e que, lamentavelmente, incapazes de sobreviverem sem a mão nas arcas públicas, se vendem por uma porca!! 

Lamentavelmente a ALEPI, desonrando suas prerrogativas constitucionais de ser "um Poder", por covardia de seus membros, se trasformou em um mero estábulo do Executivo! Autodeboche, com certeza!

Vejam esse dado, que é irrefutável: Como o Governador precisa acomodar na Assembleia Legislativa o mais caro suplente de deputado do Brasil, o estagiário e arremedo de jornalista Fábio Novo, ele, o Sr. Governador, vai encaminhar à ALEPI mensagem para a criação de mais uma Secretaria de Estado, mais um cabide de empregos para os cupinchas de "Sua Excelência", todos integrantes da máfia PTralha.

Assim, criado o cargo, outro deputado vai ser Secretário e o estagiário e arremedo de jornalista da máfia PTralha permanece na ALEPI, roendo as tetas públicas sentado em uma cadeira do covarde e alugado Poder Legislativo do Estado do Piauí.

Quem paga a conta? Eu mais um bando de otários que pagamos tributos!

Os covardes deputados "aliados", verdadeiros "debochadores" do povo deste Estado, vão se acocorar e dizer Amém!!! Isto, sim, é deboche, é uma vergonha!!  



Escrito por Pardal às 06h27
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um hino para lulla

No dia de seu aniversário, o Belzebu merece fazer o "cabo-racha", merece distribuir o "rachid" com a sua patota, os 40 do lulla.



Escrito por Pardal às 19h03
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DEDO NA FERIDA

Até que parece que a imprensa brasileira, por incompetência ou por medo, anda anestesiada no que tange ao cavalar aumento da dívida pública nacional. Hoje, pela primeira vez, li texto de jornalista brasileiro comentando o assunto. No site da Tribuna da Imprensa, do Rio de Janeiro, o jornalista Sebastião Nery coloca o dedo na ferida, na fratura exposta da evolução da dívida pública brasileira na era Lulla. 

Enquanto a propaganda oficial repisa que "Lulla pagou o FMI", a realidade é, mesmo com o aumento da carga tributária, com a derrama patrocinada pelos companheiros, cada dia a dívida pública interna brasileira se agiganta.

Lembro que o governo Lulla não construiu uma obra estruturante sequer nestes sete anos que ladra por cima e furta por baixo. Cabe a pergunta: para onde vai tanto dinheiro?  Sobre o tema, assim escreveu o Nery:

OS 40  DE LULA 

         RIO – Esta já entrou na historia política de Santa Catarina. O ex- governador Cacildo Maldaner, depois senador, foi a uma cidade do interior lançar a candidatura de Aníbal, um pastor evangélico, à prefeitura.

         A cidade estava agitada. Aníbal havia escolhido para vice o comerciante Vavá, de péssimos procedimentos. Quando o governador subiu ao palanque com os dois, ouviu vaias de todo lado. Aníbal foi logo para o microfone, abriu uma Bíblia enorme, suspendeu sobre a cabeça:

         - Meus irmãos, hoje acordei resolvido a vir a este comício renunciar à minha candidatura a prefeito, porque nossos adversários andam dizendo que meu vice Vavá é ladrão. Mas, na hora de sair para cá, abri minha Bíblia, que é meu farol, e pedi a Jesus que ele me iluminasse. E ele me iluminou. Está aqui, na Bíblia, a resposta a nossos inimigos. Se Jesus, que era Jesus, o Senhor que tudo sabe e tudo pode, morreu na cruz entre dois ladrões, por que eu, que sou seu mais humilde servo, não posso ser prefeito ao lado de um só?

         Aníbal e Vavá ganharam a eleição.

         Lula disse que Jesus faria aliança até com Judas. Jesus, sem querer, morreu na cruz entre dois ladrões. Lula é que fez pior do que o pastor Aníbal, que se aliou com um só. Lula, com os 40 do Mensalão.

         BURACO

         Enquanto a dupla Lu-Di, Lula e Dilma, sai por ai fazendo shows eleitorais, ludibriando a população com um PAC que é o Orçamento Reempacotado, os verdadeiros números nacionais explodem e eles escondem. Mas o Tesouro Nacional faz as contas e mostra o buraco :

         1. - A Divida Publica Federal, Divida Interna, chegou à beira do abismo : atingiu 1 trilhão e 509 bilhões, saltando de 38,5% do BIP (Produto Interno Bruto) em 2008 para 43% em 2009, até outubro. Como a Divida é feita através de títulos do Governo (LTNs prefixadas e LTFs), ela é paga ou renegociada segundo a taxa SELIC (8,75%), os maiores juros do mundo.

         2. – A Divida Externa está em 190 bilhões de dólares, pagos em juros internacionais de cerca de 5%. As reservas brasileiras são hoje de  231,5 bilhões de dólares, rendendo juros de cerca de 5%. Bom? Seria bom se elas não fossem o que são.  As reservas são feitas através de títulos do Governo pagando juros de 8,7% para comprar dólares que rendem 5%. Custam ao Brasil 800 milhões de dólares por mês e US$10 bilhões por ano.

                                      

         LU-DI       

         3. – A quase totalidade dos 231 bilhões das reservas brasileiras está aplicada em Títulos do Tesouro dos Estados Unidos, com remuneração de pouco mais de um terço do que paga aqui na emissão de titulos para compra desses dólares. O FMI (Fundo Monetário Internacional) calcula que 63% das reservas dos Bancos Centrais estejam em dólar, 27% em euros e o restante em libras inglesas e ienes japoneses. Segundo Jennifer Hughes, do “Financial Times”, nos últimos anos o dólar perdeu 41% de seu valor.

         Enquanto isso, a dupla “Lu-Di” faz seu forró eleitoral.




Escrito por Pardal às 18h49
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COISA DE CRIMINOSO

O Governador do Piauí não tem jeito. O atual Governo nasceu torto e vai morrer torto. Me desculpem o termo, mas cada dia mais me convenço que o Sr. Wellington Dias, atual Governador do Piauí, é um marginal por vocação, um vagabundo (com a conotação policial dada à palavra vagabundo) por excelência.

Vejam mais essa: o atual Secretário de Desenvolvimento Econômico, o sem-votos de Floriano Valério Carvalho, deixou o PTB e, pelo critério político das capitanias hereditárias e feudos que são as Secretarias estaduais, ele deveria deixar o cargo, reassumir seu cargo de suplente de deputado e, em consequência, o presidente do PT/Piauí, Fábio Novo, o suplente de deputado mais caro do Brasil, seria reduzido à nulidade que é: deixaria a Assembléia Legislativa.

Acuado por seus pares do PDT, não pode exonerar do cargo o suplente de deputado Valério.

A solução? A mais criminosa e irresponsável possível. Cria uma Secretaria (e nosotros. pagadores de tributos, pagamos a conta), o suplente do suplente assume e, de quebra, Fábio Novo, "ruflando as asas, sacudindo as penas", pernanece deputado até abril de 2010.

O pior é que o escriba da nota, diante de tão ostensivo ato de bandidagem política do Sr. Governador do Estado, ainda dá ares de habilidade política do mandatário do Estado. Esse é o infeliz e degradante retrato da maioria da imprensa do Estado do Piauí... jornalistas incapazes de sobreviver com um trabalho honesto, vendem suas consciências a quem lhes paga o jabá.  

Ora, depois aparecem cientistas políticos [esses são de matar!], sociólogos, pedagogos, psicólogos e outros menos votados, teorizando sobre a escalada da violência e da roubalheira no País.

A conclusão é óbvia: se o Governador do Estado age como quadrilheiro, dilapidando o Estado para atender seus anseios políticos-partidários, se ele pode... Por que a corriolla do Morro do Alemão (no Rio de Janeiro) não pode atropelar a legalidade para atender seus anseios criminosos?     



Escrito por Pardal às 13h33
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"A polícia não entra no Complexo do Alemão por causa das obras do PAC. Está todo mundo evitando tiroteio para não parar as obras do PAC. A bandidagem toda está indo para lá".

O "bonde" de FB (tema de outro funk de MC Smith), formado por mais de 100 criminosos, confirmou a denúncia de Marina Maggessi. Na última semana, ela repetiu que as obras do PAC criaram uma zona franca para o Comando Vermelho. Revelou também que as autoridades policiais foram alertadas sobre os planos de FB algumas horas antes de ele atacar o Morro dos Macacos. O que aconteceu depois disso? As delegacias da região foram impedidas de agir.

Em 4 de dezembro de 2008, Lula visitou as obras do PAC no Complexo do Alemão. Na mesma solenidade, que contou com um espetáculo do grupo AfroReggae, ele atacou o governo anterior e prometeu fazer "uma revolução para resolver o problema da segurança pública", transformando a área num "Território da Paz".

Quase um ano depois, já dá para analisar alguns dos resultados dessa revolução. Primeiro: Lula continuou a visitar obras do PAC e a atacar o governo anterior. Segundo: poucos dias atrás, um dos integrantes do AfroReggae foi morto a tiros e a PM soltou seus assassinos. Terceiro: sim, o Complexo do Alemão transformou-se num território da paz, mas unicamente para os traficantes do Comando Vermelho. De fato, desde que Lula passou por lá para visitar as obras do PAC, a polícia nunca mais realizou uma operação contra seus criminosos. A última delas ocorreu em outubro de 2008. Nesse período, FB aumentou seu arsenal e reuniu suas tropas. Como diz o funk de DJ Will, ecoado por MC Beltrame:

"A PM aqui não entra / Aqui só tem talibã / Terrorista da Al Qaeda"



Escrito por Pardal às 09h37
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RADIOGRAFIA DE UM BRASIL QUE APODRECEU.

A coisa incomoda, mas é a dura realidade de um Brasil que vai apodrecendo cada dia mais sob a batuta do lullo-petismo. A causa não é única, mas uma coisa tenho certeza: a Segurança Pública e o Ministério da Justiça não podem ser entregues a políticos profissionais, que fazem da Segurança Pública trampolim para suas aspirações políticos-partidárias, a maioria das vezes em consórcio com o bandidismo que assola o País. Exemplo: se o prefeito ladrão é aliado do Governo, a Segurança Pública - braço do governo - alivia a coisa. Se é adversário, é cooPTado pelo sistema dominante. E assim a coisa vai se reproduzindo.

Como se verifica em um dos itens elencados pela Revista Veja, o Governo Federal (diga-se: Ministério da Justiça) está se lixando para o caos no Rio de Janeiro (e no Brasil). Uma olhada nas contas do Governo Federal nos mostra que o Brasil gasta mais com propaganda que com Segurança Pública.

No Brasil, o Ministro da Justiça, um proto-nazista da falange vermelha do lullo-petismo, se esquece da Segurança Pública para acampar no Sul com o objetivo único de "apear" do poder a Governadora do Rio Grande... e cá pelo Piauí, o Sr. Secretário de Segurança, um exemplo típico e acabado do "simulador de eficiência", faz da Segurança Pública braço para angariar votos e garantir a próxima eleição. 

O Governador do Estado do Piauí se transformou em um exímio coiteiro de político-bandido ou de bandido-político. Assim, o sistema, na microfísica da bandidagem tolerada pelo Estado, se reproduz, se retroalimenta. E a culpa é sempre do outro.

O certo é o seguinte: se o Brasil continuar nos trilhos do lullo-petismo, ideologia política que tem como único projeto se manter no poder para cada dia mais assaltar os cofres públicos [para, assim, retroalimentar o sistema] o Rio de Janeiro de hoje será o Brasil de amnhã. 

Será difícil. Será doloroso. Os fatos ocorridos na semana passada, no Rio de Janeiro, ilustram o tamanho e a complexidade do desafio de elevar a níveis satisfatórios a segurança na cidade que sediará os Jogos Olímpicos de 2016. A dimensão do problema é abismal. Das 1 020 favelas da cidade, 470 estão nas mãos de bandidos. A dificuldade de acesso pelas vielas, a topografia montanhosa e a alta densidade populacional as transformaram em trincheiras. Na cidade, são vendidas 20 toneladas de cocaína por ano, comércio que produz 300 milhões de reais e financia a corrida armamentista das quadrilhas que disputam territórios a bala. Diante dessa realidade – e de cenas assombrosas, como a de um corpo despejado em um carrinho de supermercado e de policiais queimados nos escombros do helicóptero derrubado –, a pergunta que se estampou na imprensa mundial foi: será possível para a cidade sediar a Olimpíada? A resposta existe. Sim, é possível. Mas para isso precisa tomar como norte as palavras do secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame. "Foi o nosso 11 de Setembro." A alusão aos ataques terroristas nos Estados Unidos, em 2001, se justifica. Não tanto pela semelhança e gravidade dos acontecimentos, mas pela necessidade de o país inteiro se mobilizar para resolver o problema da segurança do Rio.

Nunca antes os traficantes haviam chegado tão longe. Incumbido do resgate de feridos no confronto – que se estendeu pelos dias seguintes, produzindo 39 mortos, 41 presos e dez ônibus incendiados –, o helicóptero se preparava para pousar pela terceira vez na favela. Alvejado, caiu em chamas, matando três ocupantes. O armamento pesado, capaz até de perfurar blindagens, já está em poder das quadrilhas há mais de dez anos, como demonstram as apreensões feitas pela polícia. Como essas armas chegaram ao topo dos morros e por que continuam ali é a questão central. A polícia carioca tem um histórico de conivência com a bandidagem que a faz a mais corrupta do Brasil. Essa promiscuidade criminosa mina o ambiente de trabalho dos policiais e fortalece os bandidos. Se restavam dúvidas, elas se dissiparam, na semana passada, nas cenas de policiais flagrados em mais um crime. Em vez de prenderem os homens que acabaram de cometer um assassinato, tomaram deles os pertences roubados da vítima, que não socorreram. Uma suposta participação dos policiais será ainda investigada. O governador Sérgio Cabral tem uma avaliação realista sobre a situação de sua polícia. "Estamos longe, muito longe do ideal", diz. Mas garante que isso não interferirá na realização dos Jogos. "Se eles fossem daqui a três meses, não haveria problema. A mobilização das forças de segurança em eventos assim é muito grande. O desafio é construir uma segurança de fato."

O reconhecimento pelos encarregados da tarefa é um bom sinal. Ajuda a desentupir as artérias que levam a uma solução. Muitos dos passos a serem dados são conhecidos, há anos, pelos profissionais de segurança. Fazem parte disso as ocupações permanentes de favelas, iniciadas no ano passado, com resultados animadores. Outra medida em curso é a neutralização de qualquer influência política na indicação de delegados e comandantes de batalhões. São avanços importantes, porém insuficientes. A dificuldade maior, daqui para diante, será admitir que, para mudar, é preciso enfrentar velhos problemas, e assumir responsabilidades sobre eles. Nas próximas páginas, estão expostos quinze pontos sistematicamente varridos para debaixo do tapete quando se discutem soluções para a prevalência do crime no Rio. Trazê-los ao debate é a contribuição de VEJA para a reconstrução de uma cidade maravilhosa.

1 QUEM CHEIRA MATA
O usuário de cocaína financia as armas e a munição que os traficantes usam para matar policiais, integrantes de grupos rivais e inocentes.
A venda de cocaína aos usuários cariocas rende 300 milhões de reais por ano aos bandidos. Os usuários de drogas financiam a corrida armamentista nos morros. Cada tiro de fuzil disparado tem também no gatilho o dedo de um comprador de cocaína. Essa realidade não é facilmente admitida. A tendência é tratar o usuário com leniência. Alguns países -- o México é um exemplo -- deixaram de considerar crime o porte de pequenas quantidades de cocaína. É uma medida temerária que aumenta a arrecadação dos bandidos e, como resultado, o seu poder de fogo.

2 A CEGUEIRA DO NARCOLIRISMO
Os traficantes são presença valorizada em certas rodas intelectuais, de celebridades e de jogadores de futebol. Isso facilita os negócios do tráfico e confere legitimidade social à atividade criminosa.
O goleiro Júlio César, da seleção brasileira, já teve de dar explicações à polícia por ter aparecido num grampo telefônico falando com o traficante Bem-Te-Vi, ex-chefão da Rocinha. Escutas telefônicas revelaram que outros jogadores, como Romário, também mantinham algum tipo de contato com o bandidão.

3 A TOLERÂNCIA COM A "MALANDRAGEM CARIOCA"
O "jeitinho brasileiro", a aceitação nacional à quebra de regras, se une, no Rio, ao culto da malandragem, que, ao contrário do que parece, não é inocente. Reforça a ilegalidade.
No início do ano, a prefeitura demoliu um prédio com 22 cubículos, construído ilegalmente, na Rocinha. Havia uma proprietária "de fachada", moradora da favela, que conseguiu decisões liminares impedindo a demolição. Descobriu-se depois que o verdadeiro dono do imóvel era um morador de classe média da Zona Sul.

4 O ESTÍMULO POPULISTA À FAVELIZAÇÃO
Os políticos se beneficiam da existência das favelas, convertidas em currais eleitorais. Elas abrigam 20% dos eleitores da cidade.
A invasão eleitoreira se dá por meio de instituições batizadas de centros sociais, mantidas por deputados e vereadores. Em troca de votos, esses centros fornecem serviços que deveriam ser disponibilizados pelo poder público, de creches a tratamento dentário. Transformar a pobreza num mercado de votos mostrou-se um negócio lucrativo. Quase metade dos deputados estaduais fluminenses e 30% dos vereadores cariocas mantêm centros sociais.

5 O MEDO DE REMOVER FAVELAS
Os aglomerados de barracos, com suas vielas, são o terreno ideal para o esconderijo de bandidos. É hipocrisia tratar a remoção como desrespeito aos direitos dos moradores.
As favelas não param de crescer. Um estudo feito pelo Instituto Pereira Passos (IPP) mostrou que, entre 1999 e 2008, o aumento de áreas faveladas na cidade foi de 3,4 milhões de metros quadrados, território equivalente ao do bairro de Ipanema. O número de favelas no Rio passou de 750, em 2004, para 1?020 neste ano. A maior parte das novas favelas tem menos de cinquenta barracos.

6 FINGIR QUE OS BANDIDOS NÃO MANDAM
Eles mandam. Indicam quem vai trabalhar no PAC e circulam livremente com seus fuzis próximo aos canteiros de obras do principal programa do governo federal. Decidem sobre a vida e a morte de milhares de inocentes.
Tortura e assassinato fazem parte da rotina. Um dos métodos de execução é o "micro-ondas", um improvisado forno crematório no qual a vítima é queimada viva, depois de ser torturada. A barbárie foi mostrada ao país inteiro em 2002, quando o jornalista Tim Lopes, da Rede Globo, foi capturado, morto e queimado em um "micro-ondas" por traficantes da Vila Cruzeiro.

7 COMBATER O CRIME COM MAIS CRIME
O governo incentivou a criação de grupos formados por policiais, bombeiros e civis para se contrapor ao poder do tráfico. Deu o óbvio. Onde esses grupos venceram, viraram milícias e instalaram a lei do próprio terror.
Atualmente, mais de 170 favelas são dominadas por milícias no Rio de Janeiro. Esses bandos exploram clandestinamente serviços como venda de gás, transporte e até TV a cabo. Depois de desalojarem os traficantes, matam e torturam inocentes nas áreas dominadas.

8 MARGINAIS SÃO CABOS ELEITORAIS DE POLÍTICOS
Muitas associações de moradores funcionam como fachada para que criminosos apareçam como "líderes comunitários" e possam fazer abertamente campanha por seus candidatos. Na Câmara dos Vereadores e na Assembleia Legislativa existe uma "bancada da milícia".
O caso mais emblemático é o de Nadinho, que acumulou as funções de líder da milícia e de presidente da Associação de Moradores da Favela Rio das Pedras. Quando ele ocupava esse posto, só fazia campanha por ali o político que "fechasse" com Nadinho, que foi um importante cabo eleitoral do DEM e elegeu-se vereador pelo partido, o mesmo do ex-prefeito Cesar Maia. Acabou assassinado neste ano. Na Rocinha, a atuação como líder comunitário garantiu a Claudinho da Academia uma vaga de vereador. No caso, com o apoio do tráfico de drogas.

Continua....




Escrito por Pardal às 08h53
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...Continuação

9 A CORRUPÇÃO TORNA A POLÍCIA MAIS INEPTA
A taxa de resolução de homicídios no Rio é de 4%. Em São Paulo é de 60%.
Isso acontece porque policiais agem como marginais. Um exemplo chocante da atuação de bandidos fardados deu-se na semana passada, quando Evandro Silva, integrante do grupo AfroReggae, foi baleado e morto em um assalto no Centro da cidade. Minutos depois, dois PMs chegaram ao local do crime. Silva ainda agonizava. Eles nem olharam para a vítima. Os policiais correram a achacar os criminosos, que foram abordados e soltos depois de entregar aos PMs o fruto do latrocínio -- uma jaqueta e um par de tênis.

10 AS "COMUNIDADES" SERVEM DE ESCUDOS HUMANOS
Os bandidos usam a população civil sob seu domínio para dificultar a ação da polícia. Quando um morador morre e se noticia que foi vítima do confronto, o bandido vence a guerra da propaganda. Se não houvesse criminosos, não haveria confronto.
Os moradores são massa de manobra dos traficantes. No início do ano, quando o traficante Pitbull, da Mangueira, foi morto durante uma operação policial, bandidos usaram moradores para promover tumultos nos arredores da favela. Quatro ônibus foram incendiados. Cerca de setenta pessoas compareceram ao enterro do traficante.

11 O GOVERNO FEDERAL ESTA SE LIXANDO
Como o crime no Rio não afeta a popularidade do presidente, a questão não é prioritária. Dos 96 milhões de reais previstos para modernizar a polícia em 2009, somente 12 milhões de reais chegaram aos cofres do estado.
Um dos projetos que não foram atendidos é o de identificação biométrica de armas, que permitiria o melhor controle do armamento utilizado pela polícia. Está orçado em 17 milhões de reais. Outro projeto, de 2,6 milhões de reais, é o da aquisição de um simulador de tiros, aparelho com o qual o policial treina combates virtuais.

12 AS FAVELAS NÃO PRODUZEM DROGAS NEM ARMAS
Nunca se fala ou se age decisivamente contra a estrutura profissional e internacional de fornecimento de cocaína e armas aos traficantes cariocas. Inexiste a fiscalização de estradas, portos e aeroportos.
A fiscalização nas fronteiras do Brasil é pífia. O país tem em média um policial federal para cada 20 quilômetros de fronteira. Com tão pouca gente, é impossível impedir a entrada de cocaína, principalmente considerando que os países que concentram a produção mundial da droga são nossos vizinhos -- Bolívia, Peru e Colômbia.

13 OS PORTOS BRASILEIROS SÃO UMA PENEIRA
Somente 1% dos contêineres que passam pelos portos é escaneado para a fiscalização do contrabando de armas e drogas. É uma omissão criminosa, pois 60% do tráfico de drogas se dá por via marítima.
O porto do Rio é o terceiro mais movimentado do país, atrás apenas dos de Santos e de Paranaguá. No ano passado, passaram pelo terminal carioca 8,8 milhões de toneladas de carga. Como é impossível fiscalizar todos os contêineres, a inspeção se dá por amostragem. Policiais que atuam no combate ao tráfico admitem que dependem de denúncia para flagrar carregamentos de drogas.

14 QUEM MANDA NAS CADEIAS SÃO OS BANDIDOS
As organizações criminosas comandam a operação na maioria dos presídios brasileiros. Elas cobram pedágio dos presos -- pago lá fora pelos familiares à organização --, planejam e coordenam ações criminosas.
Em 2002, Fernandinho Beira-Mar e outros chefões do tráfico lideraram uma rebelião que terminou com quatro detentos mortos em Bangu 1. Os líderes da rebelião foram transferidos, mas a situação não se alterou muito. Nos últimos nove anos, sete diretores de presídio foram assassinados no Rio.

15 OS ADVOGADOS SÃO AGENTES DO TRÁFICO
Eles têm acesso constitucionalmente garantido aos presos que defendem nos tribunais. Muitos usam esse direito para esconder seu real papel nas quadrilhas: o de levar ordens de execução e planos de ataque.
Em 2007, a Polícia Federal descobriu que, mesmo trancafiado no presídio de segurança máxima de Campo Grande, em Mato Grosso do Sul, Fernandinho Beira-Mar continuava comandando seus negócios. Para isso, contava com a ajuda dos advogados e da mulher, também advogada, que o visitava constantemente na prisão. Ela acabou presa, com outras dez pessoas, numa operação da PF.



Escrito por Pardal às 08h52
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Vejam mais uma mágica PTralha


A jornalista ouviu o galo cantar, mas não soube dizer onde o galo cantou.  Ela estranha os números do IBGE apontarem um desemprego em queda e, na contramão da espectativa de desemprego baixo, em concurso para gari, no Rio de Janeiro, já haver 109.000 inscritos para 1.400 vagas. E mais: 45 doutores, 22 mestres e mais de 1000 com curso superior completo estão inscritos, para perceberem um salário mínimo de remuneração mensal.

Pode? Em tempos de farsa lullopetralha pode..

O que a ilustre jornalista não sabe é que o lullopetralhismo MUDOU o conceito de desempregado. Para o IBGE, nestes tempos do lullopetismo, DESEMPREGADO é só aquele que PROCURA emprego. Se o cara está encostado no bolsa-esmola, roendo um troco que sai do bolso de quem trabalha, e se amofina, não busca emprego (se conseguir um emprego ele PERDE a bolsa-esmola!!) ele não conta como desempregado.

É essa a mágica do PTralhismo, que só vem à tona com o caso concreto descrito pela jornalista. Ô camarilha, meu!!!



Escrito por Pardal às 23h47
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ADIVINHEM QUEM É O JUDAS??

 

 

Nesta história de Cristo se aliar a Judas cá pelo Brasil, como declara Lulla, é de bom alvitre esclarecer que o Judas é ele, Lulla.

Ora, Lula é o próprio Judas. É aliado de emissários do Tinhoso: Chávez, "Adolfinejad" e toda a escória da política internacional.
Desta vez, até a omissa CNBB estrilou, ela própria aliada do Judas de Garanhuns.
Imaginem a Santa Ceia com Lulla-Judas e corriolla. Certamente seria mais ou menos assim


Escrito por Pardal às 22h43
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Os hômi tão ficando nervosu....

Veja e ouça este vídeo de Lulla.. O presidente é um farsante ou um idiota? Ouça e depois leia o comentário seguinte:

 

Prestaram atenção ao blefe, que induz o desatento à desinformação? Lulla usa uma rede nacional de TV para dizer que "us hômi tão nervosu" por que ele está INAUGURANDO obra!! Bem, pergunto: - que obra ele foi INAUGURAR lá no Rio São Francisco? Nenhuma! Foi visitar o criminoso processo de transposição do Rio São Francisco, rio já moribundo que está sendo retalhado na esteira do agronegócio. Agora, na esteira desta visita, fez discurso, comício etc. VISITAR uma obra que ora se inicia e vai terminar sei lá quando, está centenas e centenas de milhas de distância de INAUGURAR a obra!! 



Escrito por Pardal às 22h35
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adulador_inveteraddoO Resto é balela?

Depois de deitar loas e loas, elogiar e tentar travestir a dura realidade da fracassada tentativa de o PT de fazer do medíocre Secretário de Fazenda do Estado do Piauí candidato ao Governo pela camarilha PTista, o escriba do Meio Norte termina o texto com a expressão: o Resto é balela!

O jornalista, tenho absoluta certeza disso, nestes sete anos em que o Secretário de Fazenda do Estado do Piauí pilota a economia do Estado, jamais leu um documento comprobatório de o que fala o Secretário seja verdade. Por preguiça ou por incompetência, repito: nunca leu e/ou analisou um documento sequer que retrate a realidade do Piauí na atualidade. 

O escriba do Meio Norte é daqueles jornalistas, medíocres até a medula, que se resumem a fazer o que o se denomina de "jornalismo de declaração". A Autoridade, que financia o jornal, diz isso e aquilo e o escriba faz da fala do declarante manchete que o Piaui fez isso e aquilo.

Quando vai-se ler em que documento se funda a matéria, lê-se: Fulano disse isso... bem, se o Fulano disse... é verdade e vira matéria a ser publicada pelo medíocre escrevinhador de declarações.

Vejam essas loas ao lado. Pelo que informa o escriba, o fracassado Secretário é um mago, o "Savador da Pátria" e que o fato de ter levado um pé nas nádegas pelos seus pares, que o viram como uma nulidade na esfera política, em nada afeta a trajetória política do ex-quase-futuro candidato.

Bem, sobre a batuta do Sr. Antônio Neto, o Piauí teve o aumento cavalar do número de analfabetos, manteve o cetro do pior IDH do País e, assim assevera o IBGE, retomou à lanterna da o pior PIB per capita do Brasil, sendo, pois, agora, o Estado mais pobre do Brasil. No final do texto, o escrevinhador alinha-se à fala-vento do Secretário, informando que o "Piauí dobrou os investimentos". Se o escriba-adulador se dignasse a fazer contas, veria que a inflação do período (cerca de 54%) e o natural crescimento populacional do Estado nos anos últimos sete anos, só nos mostra uma coisa: - os recursos de investimentos no Estado pelo atual Governo, se divididos pela população, nos mostra que, hoje, o Governo do Estado do Piauí investe, por habitante, menos que em 2002. A balela é, pois, do Secretário e não de quem o sabe incompetente

Logo no início do governo PeTralha, o medíocre ex-quase-pré-candidato foi um dos signatários de um crime de responsabilidade e fiscal sem precedentes na história do Estado: foi um dos que assinaram o Decreto de isenção fiscal ao Grupo Claudino com data retroativa... (fevereiro de 2003).

Se iniciou o Governo sendo co-autor de uma fraude, termina sendo, segundo denunciou ex-servidor da Engerpi, recePTador de dinheiros públicos furtados da Engerpi com fins de irrigar a campanha eleitoral da sua dignissíma Senhora à Câmara de Vereadores de Teresina. Na sela forrada com verbas públicas fez da esposa, uma sem-votos, vereadora da capital.

Desta forma, o resto é balela...             



Escrito por Pardal às 16h24
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Eu só ando de bicicleta. Se o ciclismo tem algo em comum com o stalinismo, eu devo ser considerado um Alexander Soljenitsin das duas rodas - um reacionário do pedal. O músico David Byrne, dos Talking Heads, também só anda de bicicleta. Mas, ao contrário de mim, ele é um militante do ciclismo - um doutrinador do ciclismo. Ele recomenda que as ruas sejam ocupadas unicamente por bicicletas e que os carros só possam trafegar em túneis. Ele desenhou bicicletários - em forma de guitarra elétrica e de cachorro - e projetou ciclovias para a prefeitura de Nova York.

David Byrne acabou de publicar nos Estados Unidos Diários da Bicicleta, nos quais relata suas pedaladas em cidades como Londres, Buenos Aires, Detroit, Berlim, Manila e Istambul. Do selim de sua bicicleta, ele pontifica: "Eu sinto que o mundo pode ser mais onírico, metafórico e poético do que atualmente acreditamos". Quem acredita que o mundo pode ser mais onírico, metafórico e poético costuma acreditar igualmente que o melhor lugar para enfiar os inimigos é um Gulag - como Pablo Neruda. Ou um túnel - como David Byrne.

Na China, todos possuíam uma bicicleta rigorosamente preta da marca "Pombo Voador". Elas se transformaram num símbolo do totalitarismo igualitário maoista. Agora as bicicletas mudaram. Elas passaram a simbolizar o ideal salvacionista do ambientalismo. Dito de outra maneira: a promessa de um mundo mais onírico, metafórico e poético. Como um reacionário do pedal, minha bicicleta representa apenas isso - uma bicicleta. Ela é um meio de transporte utilitário. Tem uma cadeirinha na frente e uma atrás. Na frente eu conduzo um filho, atrás eu conduzo o outro filho. Se Karl Popper classificasse bicicletas como classifica a filosofia política, minha bicicleta representaria a sociedade aberta, individualista, indo do ponto A ao ponto B. Eu pedalo socraticamente. David Byrne pedala platonicamente.

Nos últimos tempos, o aquecimento global foi o Gulag que aterrorizou os inimigos do ambientalismo. Ou andávamos de bicicleta, ou o planeta acabaria. O planeta que se dane, foi o que eu sempre pensei. Eu estava certo. O aquecimento global nem existe. O pico do calor foi em 1998. De lá para cá, a Terra está esfriando. E deve permanecer assim por mais duas décadas. O que importa, para quem pedala socraticamente, é o tempo que está fazendo agora. Sol? Dá para pegar os meninos na escola de bicicleta. Chuva? Eles que se danem.



Escrito por Pardal às 13h38
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O triste fim de um oportunista ou a decadência moral de um vendedor de fumaça.  

 

 

 

 

COMENTÁRIO:

Hoje, 16.outubro.2009, por volta das 14 horas, em um canal de televisão do Estado do Piauí (in casu, TV Meio Norte, Programa AGORA), o Senador Heráclito Fortes (DEM-PI) foi questionado por uma tetespectadora se "tinha" inveja do Senador Suplicy.

De pronto, o senador piauiense foi incisivo:

- Eu, inveja do Suplicy? Eu lá tenho inveja de CORNO!!

(Comentário inserido às 18h30min.)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

(by www.claudiohumberto.com.br)



Escrito por Pardal às 07h27
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E O DECORO PARLAMENTAR?

Vejam essa, do senador Suplicy, do bando do PT, de São Paulo. Atendendo à sua imensa necessidade de aparecer, desfilou de cueca vermelha sobre a calça no salão azul do Congresso Nacional!! Ora, tal feito é, no mínimo, ato que aponta para quebra de decoro parlamentar. Os espaços públicos devem ser respeitados por todos, principalmente por um agente público que exerce as funções de senador da República.

Agora, cá pra mim, esse gesto de Suplicy é esperado. De um sujeito que é incapaz de administrar a própria testa, corno dentro de sua prória casa, não se pode esperar muita coisa não. A necessidade de aparecer suplanta a noção de ridículo. É o retrato melancólico de um político vazio, oco e incompetente.



Escrito por Pardal às 02h23
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